MANIF II


tive o prazer de estar com a jezebel nesta grande manif.
grande como quem diz, é capaz de dar em alguma coisa. como sempre existem os 3 grandes grupos:
-os que não querem saber.
-os que se lamentam, mas não querem saber.
-os que se lamentam e LUTAM.

e A LUTA CONTINUA, hnf

MANIF

Eu tinha a certeza daquilo que iria fazer
Ou não…
Prestes a entrar, interrompem-me o caminho e influenciam-me
Facilmente me habituo e enfim, sabem que mais?
Às vezes sabe bem ser-se rebelde…
Deu para gritar, cantar, saltar… e que mais.
Más impressões, só se foi da sua parte!
modelo: carolina borges


e é esta a sensação. consegues sentir o orvalho a cravar-te a face, que é naquele momento, demasiado nua, no entato, sabe bem.

Chamam-lhe secundário...

Eu penso que me matriculei no secundário, mas o mais certo é estar enganada. Por Amor de Deus. Alguém me pode dizer onde esteve o silêncio, o respeito e a maturidade?
Secundário? Alguma vez?

Concreto


-jezebel
No concreto, só tenho a certeza, de que nada, ultimamente, me tem ajudado a conhecer melhor no interior. Simplesmente, sozinha, não consigo encontrar mais daquilo que já descobri.

-jezebel
Você morde a sério ou a brincar? -.-
- A minha mãe mandou-me duas mensagens em branco!
- A dizer?

,'www.ruelascruzadas.blogspot.com',


Os delitos cometem-se quando sucumbem os loucos.

Qualquer coisa.

Rodeada por sarcasmos, nestas estradas contemporâneas, vou esperando por excepções, algo que aconteça, um dia. Qualquer coisa que mude, que faça mover ventos parados e que me transforme num ser amovível. Só porque no mundo, tem de haver alguém que faça a diferença, tem que existir uma alma que faça mudanças.

Felicidade Presente

Consegues pôr-me num estado contente, o mais alegre possível até, e com vontade para tudo. Só tu. Dás-me uma força incalculável, só para exercer acções que permitem que avance, aquelas que nunca sou capaz de exercer quando não estás presente. É por isso, para que possa encontrar-me contigo e permanecer em teus braços, durante tempos infinitos. É essa a razão, que me leva a fazer coisas que nunca pensei. Porque é um desejo singular e porque não há nada mais a impor. Só tu. É por ti, que respiro e só nada mais suplico, quando estás aqui, como tens estado.
Sinceramente, já nem sei o que é que eu tencionava fazer acalmar nestas entrelinhas, mas eu sabia que no futuro iria fraquejar, depois do tempo acabar o seu passeio e de eu relembrar a distância. É a ausência de um alguém, que me agonia e me faz querer partir, para outro mundo, num futuro mais próximo.
Aquela sua ânsia de se mudar, a preocupação de correr tudo na perfeição, explode em mim. Deixa cair satisfações sobre a minha face, que só você interpreta. Essa maneira de flutuar sobre tudo, intriga-me afortunadamente. Comigo mexe e comigo fica, pura e estateladamente, para que eu possa não perder tudo aquilo que fiz descer, até ao meu além.
Um retrato, que não canso de fitar, choca a visão e deixa a passagem estiada da mais dilatada quimera.

Silêncio

O silêncio acaba comigo. Enquanto o tempo pára, eu caminho. Os ponteiros do relógio não marcham mais e as árvores estabilizam. O vento não ataca, não se atreve. Não há mais movimento. Eu continuo, tudo em meu redor é supérfluo e sem cor, mas eu não desisto, até encontrar um mundo multicolor onde haja ainda mais barulho e onde eu possa viver, da melhor maneira. Sei que ainda é longe, mas também sei que vou lá chegar, um dia. E entretanto, os meus ouvidos vão recebendo ruídos. É bom sinal.

Tempo

Por mais que me custe, é aquele objecto sinistro que me faz mudar de ares, respirar outras histórias e continuar a minha prisão. Ver a inquietação das folhas, que vão caindo, sobre a planície molhada e que preenchem, vagarosamente os lugares por onde passo. Parecem desenhadas ao pormenor e pintadas de amarelo.

Quanto ao tempo, os ponteiros limitam-se a marchar, sem cessarem uma única vez de cansaço e eu, em cada segundo, vou ganhado rotineiramente. Estou-me a deixar ir, devagar.

Não consigo, nem quero,
As marcas transbordam da minha mente e eu não esqueço,
E venero,
Ambiciono o nosso futuro, porque ninguém varia o passado,
Eu espero.

Te amo.

o meu tio

Não posso continuar assim, simplesmente não posso! Para além de estar a ficar que nem uma baleia, é um vício, um daqueles, que é mesmo tentação por segundo. Tenho que deixar de ir à cozinha, senão a chefe, fica sem courgettes para pôr na sopa, o que acabava por ser um autêntico degredo, daqueles, bem grandes. Eu tenho que conseguir, tenho de parar de emborcar tanta courgette junta, não posso ingerir mais aquele delicioso legume, que só de falar, me faz crescer água na boca. Tudo isto, porque as courgettes são essenciais, aqui em casa.

Em sonhos, meus senhores, só em sonhos!
Quando lá chego todos os dias, sinto-me felicitada, devido à presença que me irá acompanhar e à alegria que se junta, a maior parte das vezes, sem nos apercebermos. Eu fico ali parada, enquanto aguardo, durante minutos, gélida e cheia de vontade, de começar ali o meu dia, bem, de preferência. Nunca reclamei a demora, embora a espera, para mim, seja uma das coisas mais difíceis de suportar, uma vez que eu, faço tudo para estar às horas certas, onde marco alguma coisa, com uma terceira pessoa.
Embora digam que, no passado, já tinha trazido várias notícias ao jornal e que aquele nem sempre é o lugar mais indicado, eu não me preocupo. Fico mesmo no meio daquele grande espaço, observando os meus lados e à volta, circula a população activa, que se desloca para as suas obrigações. Debaixo de todas aquelas ilustrações vivas, sinto-me em “casa”. Afinal, se assim não fosse, era mesmo muito difícil, iniciar, de forma tão positiva, aquele momento de vinte e quatro horas. Enquanto isso, contemplo o movimento que me rodeia, que é sempre diferente, dia após dia, no passar das horas.

Sacrifício

E a nova era vai iniciar-se daqui a poucas horas, por muito que me custe. Os horários vão mudar, igualmente como as refeições (vou passar a comer mais courgettes) e os espaços. Começarei a estar mais preocupada, devido às responsabilidades dependentes de mim e dos encargos desnecessários, e ao mesmo tempo, tão precisos.
A minha rotina voltará ao que era, como nos tempos que passaram. Os meus neurónios vão cansar-se, e de vez em quando, dar em malucos, eu sei! Por isso, “Não posso dar graças ao meu infausto juízo”, é uma pena, gostava de o poder realizar, se tudo fosse controlável e se eu tivesse o comando.
Porque eu até pensei e relembrei vários desígnios e como tudo era, naquele período, em que estávamos todos juntos. Afinal também tenho saudades.

o meu tio

Nunca cometas erros reversíveis. Não és obrigado(a) a nada, só se quiseres. O futuro depende de ti. Se não tens bem a certeza, daquilo que podes fazer, fica quieto(a), sem fazer disparates, de que te podes arrepender futuramente. Há sempre uma hora para tudo. Age apenas quando estiveres consciente da vida e das suas consequências.

sugestões da filipa e batatas fritas

não me ocorreu nada, portanto, faço das palavras do bruno minhas palavras, obrigada.



o meu tio

Para hoje, sugiro "Embrulhos de courgette e mozzarella em massa filo".










o meu tio provou e adorou!

estava frio...

A água estava gélida, a aragem era fria e desconfortável e no areal extenso não compareciam muitas pessoas. Não conseguimos lá ficar durante muito mais tempo, quase que os dentes conseguiam fazer musica, com aquele tempo griso. A ideia de querer residir naquele local até ao fim da tarde, sumiu-se, conscientemente.

o meu tio

Sugiro que daqui em diante passem a moderar o tom de voz, quando falam ao telemóvel, até porque este, foi feito para estabelecer ligações à distância, por isso mesmo, podem parar de andar aí aos berros no meio das ruas. Para além de ser incómodo, dá mau aspecto. Tenham também alguma consideração pelo nosso amigo, Alexander Graham Bell, afinal de contas, conseguimos, passar a mesma mensagem, quando dizemos tudo o que queremos, mais baixinho.
Quem sabe, sabe e o meu tio é que sabe.

love

Naquela noite estrelada, enquanto vagueávamos pelo centro da cidade, o que eu mais queria, era que o fim daquela loucura, nunca nos conseguisse encontrar. Foi tudo tão perfeito. Tu sabes perfeitamente que aquela noitada foi bem diferente de todas as outras e nem eu, nem tu vamos esquecê-la. Entre conversas banais, falamos de assuntos que antes nunca tinham sido tratados e realizámos experiencias que nunca tinham sido sonhadas. Simplesmente, não consigo encontrar palavras que descrevam o quanto eu gostei de todos os momentos passados a teu lado. Talvez se estivesses aqui, agora, comigo, seria mais fácil de expressar-me.

Venerei ter na pele, o mesmo sol que fez brilhar mais, a tua, por sua vez, já bronzeada. A tez que possuis é tão suave e delicada, que por vezes tenho medo de lhe tocar, admito. Cada vez que estou contigo, sinto-me privilegiadamente feliz e quando não estou, fico na ânsia de te poder olhar novamente.

Ai, és tão puro, meu amor!

crianças

Porque será, que quando atingimos um determinado ponto na vida, queremos sempre voltar atrás?

Voltar a ser criança fazia com que não tivéssemos de carregar com a responsabilidade que hoje tanto nos fatiga. As outras pessoas, a quem hoje damos tanto afecto, voltariam a cuidar de nós, como algo frágil, que éramos. Não perderiam a vista de cima de nós, nem daquilo que fazíamos. Seriamos novamente aquela inocência admirada e protegida por todos.

É certo que teríamos que comer a sopa toda e essencialmente a cenoura, que fazia com que tivéssemos os olhos mais bonitos do mundo, mas também sonharíamos, como ninguém adulto consegue sonhar. Expressávamos a nossa imaginação fértil, através de contos e de desenhos. As brincadeiras, os amigos e aqueles que zelavam por nós, fazia tudo parte de uma grande fase… Afinal, éramos crianças!

o meu tio

Minha gente, aprendam, que é para vosso bem! Digam-me, de que serve acumular obrigações, arranjadas da forma mais parva de sempre? Para quê encharcar a vela, só para esquecer um desgosto amoroso? Não serve de nada, meus amigos.


Depois ainda vem, chorar da forma mais miserável, para o colo do papá. Grande lata! Uma vez que se bebe, também não se deve agarrar no volante, como todos nós sabemos. Mas para quê estar a gastar tanta baba despropositadamente?


Pumbaaa… O que foi? Bate-se no carro da frente e o coitado, que levou por trás, ainda foi chocar no automóvel que estava mais adiante. Com álcool nas veias, o seguro, simplesmente, não se responsabiliza… mais uma grande quantia para consertar a própria e as restantes viaturas, o que origina mais uma divida. Aprendam com o meu tio, que ele não dura sempre.
há melhor que o sol de inverno a aquecer a nossa cara. o vento morno no fim de uma tarde de verão a inundar-nos o espírito.

o meu tio

Hoje, na rubrica “ o meu tio”, apresento a solução para quando te esqueces de algo importante e precisas de uma desculpa convincente. Como foi o caso do leitinho e da lixívia que o avô pediu. É muito simples… vens para casa, lembras-te, dás meia volta, sem dizer nada a ninguém, paras no hipermercado mais próximo, entras, compras, sais e voltas para casa, normalmente, como todos os dias. Se te perguntarem o porquê da tua atitude, uma vez que te viram, sem saberes, dizes que foste aproveitar a promoção do combustível Galp, era o último dia, eles vão entender, aposto! Ah e não te esqueças de dar ao avô o que prometeste.

sugestões da filipa e batatas fritas

farto daquela comichão incomodativa que dá de vez em quando nas virilhas? farto que coçar com as mãos, mesmo que escondido, se torne preverso? odeia quando está numa aula e não se pode levantar e coçar as virilhas naturalmente? odeia quando olham para si de lado por roçar uma perna na outra, como se tivesse á rasca para ir á casa-de-banho para aliviar a comichão? então, eis a minha sugestão de hoje! coçem as virilhas com um simples lápis de carvão! é barato, discreto e aquela porra alívia mesmo.

ilusão de baunilha

Lembro-me quando aquele incenso se consumia, lentamente. Largava aquele fuminho que esvoaçava no ar e que se entranhava em todos os recantos daquela toca, deixando um aroma a baunilha, que agradava às visitas. Eu paralisava e respirava aquela essência, que se enfiava pelas narinas e que me fazia imaginar qualquer coisa. Por mais que o pensamento fosse ridículo ou idiota, era um dos momentos em que eu podia reflectir, todas as passagens da minha existência, sem nenhuma distracção. Transportava-me, para outros horizontes, sem ninguém se aperceber. E eu própria sonhava com aquilo que por vezes era impossível acontecer, como toda a gente faz, quando se está na lua. Enquanto isso, a ilusão desaparecia...

pelas mesmas ruas

dizem as más linguas que ando por aí, não da memsa forma que eu. ando por aí é certo mas calma minhas senhoras, não vos apressais, há-de vir o tempo em que andaráis nas mesmas ruas que eu, e por fim, qual a recompensa? as suas vadias, que andam por aí!

como areia fina

dizem, meus senhores, que o tempo cura tudo.
mas eu ainda o sinto, bsta um toque, um subtil toque e tudo volta. aquela repugnante recordação, será que um dia me abandonará? quem me dera, meus senhores, este hóspede poder despejar, mas não posso e o senhorio tempo onde está? foge-me entre os dedos como areia fina. e pensar que me amávas. meus senhores o tempo não cura tudo, lamento.

eternamente contigo

Eu também gostava de voar e de passear lá no cimo, como se não houvesse o amanhã. Ir até ao espaço e voltar em alta presteza. Poder fitar a terra aqui em baixo e gritar pela última vez: “Sou livre”. Quem me dera, voar até ti, aterrar e nunca mais voltar. Eu gostava…

"life is like a game"

Sinceramente, não sei que mundo é este! Qual é a matéria-prima de que é feita a humanidade? É irreal. Os meios são atingidos para obter os fins, de qualquer maneira e feitio, e a preocupação de magoar-mos outras pessoas passa-nos ao lado. Torna-se um vício, porque é feito só para conseguir seguir, ou não cair. As pessoas têm como matéria predilecta, elas mesmas e os outros existem como algo irrelevante e sem importância. Será assim tão difícil, agir de forma justa, mesmo que saiam a perder? Também não é preciso desesperar, porque se não se consegue à primeira, tenta-se à segunda. São assim as regras.

na sopa, eu não gosto

As courgettes, também podem substituir as bem-ditas batatas, dando um toque aveludado a qualquer sopa, o que faz muito bem, devido às suas propriedades alimentares, dizem...
É constituída por, mais ou menos, 95% de água e é pouco calórica, o que me põe logo em pulgas para não atacar o petisco. Sim, é verdade, porque eu não gosto de courgettes. As pobres sopas ficam com um sabor horrível, mas nem é bom pensar nisso.
Por isso, por aqui, vai-se adoçando ao nosso gosto! Bem vindo ao "e se as courgettes tocassem trompete?"  :)

sugestões da filipa e batatas fritas



esta é a rubrica da filipa, como aquelas da rádio! hoje, proponho crougettes esburacadas com uma cena castanha lá dentro.

cheira a cholé!

a questão é: afinal para que servem as crougettes? aquilo sabe mal como tudo! mas tem um nome totil, e se tem um nome totil é bom. é com aqueles queijos que cheiram a cholé, sabem e cheiram mal mas tem uma publicidade gira, então olha, come-se! a questão é: outro blog, para quê? olha, sei lá, apteceu-me e os blogs não cheiram mal, menos mal. conclusão: muito bem-vindo ao "e se as crougettes tocassem trompete?" :)